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Quinta-feira, 14 de Maio 2026
Política

Setor empresarial defende corte de encargos trabalhistas e critica fim da escala 6x1

Comissão da Câmara debate o impacto do 'Custo Brasil' e a competitividade nacional

Repórter TV
Por Repórter TV
Setor empresarial defende corte de encargos trabalhistas e critica fim da escala 6x1
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
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Representantes do setor empresarial argumentam que a redução dos encargos trabalhistas é essencial para elevar a competitividade dos produtos brasileiros frente aos importados. Durante uma audiência na Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara dos Deputados, as entidades manifestaram forte oposição às propostas em tramitação que visam diminuir a jornada de trabalho.

Fábio Augusto Pina, da Fecomércio de São Paulo, ressaltou a importância de discutir a viabilidade das mudanças na jornada de trabalho com base na produtividade, especialmente em um ano eleitoral. Ele questionou a pertinência de tais discussões em um período de campanha.

Roberto Ordine, vice-presidente da Associação Comercial de São Paulo, apontou que já existem mecanismos para ajustar escalas de trabalho por meio de acordos trabalhistas. Ele expressou dúvidas sobre a necessidade de intervenção estatal nesse processo.

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A deputada Adriana Ventura (Novo-SP), proponente do debate, informou que solicitou a convocação de representantes patronais em todas as audiências futuras sobre o fim da escala 6x1 na Câmara.

Custo Brasil sob análise

O economista Carlos Costa apresentou uma estimativa de R$ 1,5 trilhão para o "Custo Brasil", representando a diferença anual para se fazer negócios no país em comparação com nações desenvolvidas. Ele defendeu a diminuição dos encargos trabalhistas e da carga tributária, além de um novo marco regulatório para o setor elétrico.

Fábio Augusto Pina também defendeu a implementação de um novo teto de gastos para o setor público, visando a redução do endividamento e, consequentemente, da taxa básica de juros. Ele lamentou as dificuldades em aumentar a produtividade nacional, atribuindo parte do problema à baixa qualidade do ensino básico.

Renato Corona, da Fiesp, apresentou dados indicando uma diferença de preço de 24,1% em média entre produtos nacionais e importados. Ele também destacou que a carga tributária no Brasil atinge 32,5% do PIB, enquanto em países parceiros esse índice é de 26,5%.

FONTE/CRÉDITOS: Agência Câmara Notícias

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